Previdência Privada

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Todo trabalhador em carteira assinada ou profissional liberal de forma facultativa contribui com o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS. Quando chega a uma certa idade, os profissionais podem pedir aposentadoria por tempo de serviço, tendo assim um merecido descanso de anos de trabalho.

Mas muitos dos trabalhadores quando solicitam esse benefício ao INSS têm uma certa dificuldade para iniciar o recebimento da aposentadoria. Além disso, quando recebem seus benefícios, descobrem que o valor da sua nova renda é inferior à antiga.

Para solucionar as dificuldades e os dramas da aposentadoria pública foi criado a previdência privada, com o objetivo de complementar os rendimentos durante a aposentadoria. Esse investimento pode ser feita de forma pessoal ou como um fundo de pensão de uma empresa.

Quando uma pessoa entra em um plano de previdência, ela realiza aportes fixos ou variáveis de forma mensal, semestral ou único, para que seja possível acumular mais uma reserva para aposentadoria. Esses investimentos podem ser feitos com quantias pequenas para não pesar no orçamento pessoal.

Os recursos investidos ficarão aplicados em operações financeiras para que rendam juros (de forma composta, felizmente), afim de aumentar significativamente o patrimônio. Com o tempo, é possível gerar um montante que auxilie bem à aposentadoria pública.

Para um melhor retorno desse investimento, é ideal que a pessoa comece os investimentos o mais cedo possível, para que os juros tenham um efeito grandioso sobre o capital investimento.

Em breve explicarei os dois modelos tributários da previdência privada no Brasil, o VGBL e o PGBL

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