Maus profissionais, de quem é a culpa?

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Recentemente recebi uma notícia sobre de quem eram os culpados pelos maus profissionais que existem no país. Neste artigo o autor escreve de forma clara e direta sobre as qualidades dos profissionais em Informática.

Fiquei muito feliz com ao ler os últimos parágrafo do artigo pois está bem claro uma opinião pessoal sobre o uso de estagiários nas empresas. Pois muitas empresas utilizam os estagiários com mão-de-obra barata, não como preparação para o novo profissional.

Segue o link do artigo

Janela de Johari

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A janela de Johari é uma ferramenta conceitual, desenvolvido por Joseph Luft e Harrington Ingham, que tem como objetivo auxiliar no entendimento da comunicação interpessoal e nos relacionamentos com um grupo.

O conceito tem um modelo de representação, que permite, revelar o grau de lucidez nas relações interpessoais classificando os elementos que as dominam. Esse modelo conhecido pelo nome de Janela de Johari, utiliza quatro retângulos, dispostos na forma de janela, podemos conceituar todo o processo de percepção de um indivíduo em relação a si mesmo e aos outros.

A janela de Johari é dinâmica e sua movimentação é variada principalmente a partir dos feedbacks e da auto-exposição. Dizem que o feedback para ser efetivo precisa ser pedido pela própria pessoa, nunca imposto. Deve ser oportuno e adequado, nunca num momento de explosão ou raiva intensa. Mas também requer uma confirmação de sua interpretação pelo(s) interlocutor(es). É importante ter consciência de que muitas vezes transmitimos informações (feedback) irrelevantes para as pessoas.

A Janela de Johari pode ser usada para qualquer tipo de relação interpessoal, principalmente em grupos. Quando as condições para o feedback são respeitadas e bem usadas a janela nos ajuda a compreender os outros e principalmente nós mesmos.

Sendo assim, os autores partiram do princípio de que cada um de nós tem (ou pode ter) diferentes qualidades que podem ser agrupadas em quatro imagens distintas:

1) Imagem aberta - Você sabe que é o os outros sabem que você é.
É o primeiro quadrante, mostra o que é conhecido e o que expomos plenamente sobre nós; nós somos assim e todos sabem que somos assim.
Parte fundamental do relacionamento pois é o que somos capazes de mostrar conscientemente. Ela se abre a medida que a confiança e verdade aumentam. Informações pessoais são compartilhadas. É a troca livre e aberta de informações.

2) Imagem secreta - Você sabe que é mas os outros não sabem que você é.
A imagem secreta é de difícil percepção pelos demais, seja em razão do nosso propósito em escondê-la, seja pela dificuldade que apresenta para ser decodificada. Essa fachada (ou área oculta), encontra-se no quadrante inferior esquerdo.
O grupo desconhece pois ocultamos para evitar qualquer feedback que não gostaríamos de receber, ou julgamentos que possamos receber ao revelarmos sentimentos, reações, pensamentos. Mas, se não assumirmos certos riscos, nunca descobriremos quais seriam as possíveis reações alheias. Pois nossas habilidades natas ou conhecimentos que adquirimos são de certa forma ocultados ou usados disciplinarmente.

3) Imagem cega - Você não sabe que é mas os outros sabem que você é.
A imagem cega, quadrante na parte superior direita, é aquele que traduz o lado desconhecido por nós mesmos mas de fácil percepção pelos outros.
Geralmente representa uma parte que mostramos inconscientemente, por exemplo: Nossos tiques, verbalizações, estilos. O feedback para este quadrante é essencial pois só com eles podemos descobrir melhor nossa imagem cega.

4) Imagem desconhecida - Nem você nem os outros sabem que você é.
A imagem desconhecida é a mais complexa de todas, visto que nem nós nem os outros têm acesso a ela dentro dos padrões convencionais de comunicação interpessoal.
Normalmente é aquela que encerra nossas potencialidades e todo o complexo mundo do nosso subconsciente. O desconhecido (ou ignorado), quadrante na parte inferior direita, é a nossa parte inconsciente. Este quadrante é de nossas motivações inconscientes, áreas inexploradas.

Considerando que a nossa capacidade de comunicação decorre fundamentalmente da facilidade que oferecemos para a “decodificação” da nossa imagem, entende-se que quanto mais aberta for a nossa imagem, mais interação pode provocar no meio em que vivemos.

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