Resistência e Suporte - Bolsa de Valores

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Quando observamos o comportamento dos papéis na bolsa de valores podemos verificar que alguns movimentos de preços são muito interessantes. Mesmo com as subidas e descidas.  Para que possa ter um melhor aproveitamento na bolsa, os investidores devem estudar e entender os comportamentos.

Ouvimos sempre que as ações sobem e desce na bolsa, esses movimentos ocorrem muito devido as expectativas dos investidores, notícias, balanços, boatos, etc.. Porém quando estudamos um pouco, encontramos certos patamares de preços onde temos a relação de compra e venda, ou melhor, a relação da oferta e demanda invertendo fortemente.

Vamos analisar um pouco esse comportamento para tirar proveito. As ações oscilam bastante durante um período de tempo, podemos observar que os papéis sobem, depois descem em movimentos lentos ou as vezes extremamentes rápidos.

Analisando esse movimento, podemos observar que em certos momentos uma ação vêm em um movimento de baixa porém nunca abaixa de uma faixa de valores, ou seja, que existe uma barreira para que o preço não desça mais, damos a esse comportamento o nome de suporte. Ou seja, o mercado suportou uma queda do valor da ação.

Podemos ter uma situação onde os vendedores não estão dispostos a vender por menos ou que os compradores já estão satisfeitos com o valor atual da ação. Muitos investidores esperam esse momento para entrarem no mercado ou colocarem mais recursos nas suas aplicações.

Contrário ao movimento de baixa, têm momentos que uma ação vem subindo, porém não consegue superar uma faixa de preços, ou seja, existe uma barreira para que a ação não suba, damos a esse comportamento o nome de resistência. Ou seja, o mercado resiste à elevação do valor da ação.

Podemos ter uma situação onde os compradores não estão dispostos a pagar mias ou que os vendedores já estão satisfeitos com o valor atual da ação. Muitos investidores esperam esse momento para saírem do mercado ou retirarem uma parte dos recursos investidos.

Em linhas gerias, se você seguir exatamente a regra do suporte e resistência, suas chances de ter excelentes retornos investindo na bolsa de valores são muito grandes. Porém depende muito da sua disciplina e objetivos no investimento.

Investindo na Bolsa de Valores

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Estou abrindo mais uma seção no meu Blog. Essa nova seção refere-se a Bolsa de Valores.

Vamos definir o que é a Bovespa. A Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA é um ambiente para negociação de ações de empresas de capital aberto (públicas ou privadas) e outros instrumentos financeiros como opções e debêntures no Brasil.

Na Bovespa temos a participação de investidores institucionais, estrangeiros, além de pessoas físicas. Todos esses participantes se relacionam através das negociações e visam obter resultados positivos, ou seja esperam ter lucros nas suas operações.

Porém todos que investem em bolsa de valores, sabem que o sobe e desce do mercado são coisas naturais e isso faz parte do investimento, por isso investir nos papéis da bolsa de valores é um investimento com alto risco, pois está sujeito a perdas.

Se você tem interesse, a Bovespa dispõem de uma área para iniciantes aonde é possível ter informações básicas para compreender o mercado e seus participantes. Nessa área, o iniciante tem acesso aos cursos básicos da Bovespa, apresentações e informações gerais do funcionamento.

Outra coisa interessante para quem quer começar, é participar do Folha Invest, é uma iniciativa da Folha de São Paulo para demonstrar como funciona o mercado de ações. Dentro dessa ferramenta, os iniciantes podem comprar e vender os principais papéis da Bovespa, e assim é possível ter uma pequena experiência, e se acostumar com os movimentos dentro do pregão.

Outro site bem interessante para obter informações iniciais e gerais sobre o mercado de capitais é o Instituto Nacional de Investidores. Nesse local é possível encontrar informações interessantes sobre como investir, como foi o ganho de certos papéis durante vários anos, metodologias de investimentos, entre outras coisas.

Em breve escreverei mais sobre bolsa de valores, investimentos relacionados a ela e outras informações.

Previdência Privada

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Todo trabalhador em carteira assinada ou profissional liberal de forma facultativa contribui com o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS. Quando chega a uma certa idade, os profissionais podem pedir aposentadoria por tempo de serviço, tendo assim um merecido descanso de anos de trabalho.

Mas muitos dos trabalhadores quando solicitam esse benefício ao INSS têm uma certa dificuldade para iniciar o recebimento da aposentadoria. Além disso, quando recebem seus benefícios, descobrem que o valor da sua nova renda é inferior à antiga.

Para solucionar as dificuldades e os dramas da aposentadoria pública foi criado a previdência privada, com o objetivo de complementar os rendimentos durante a aposentadoria. Esse investimento pode ser feita de forma pessoal ou como um fundo de pensão de uma empresa.

Quando uma pessoa entra em um plano de previdência, ela realiza aportes fixos ou variáveis de forma mensal, semestral ou único, para que seja possível acumular mais uma reserva para aposentadoria. Esses investimentos podem ser feitos com quantias pequenas para não pesar no orçamento pessoal.

Os recursos investidos ficarão aplicados em operações financeiras para que rendam juros (de forma composta, felizmente), afim de aumentar significativamente o patrimônio. Com o tempo, é possível gerar um montante que auxilie bem à aposentadoria pública.

Para um melhor retorno desse investimento, é ideal que a pessoa comece os investimentos o mais cedo possível, para que os juros tenham um efeito grandioso sobre o capital investimento.

Em breve explicarei os dois modelos tributários da previdência privada no Brasil, o VGBL e o PGBL

Poupança

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A poupança é de longe o investimento mais popular e tradicional no Brasil, devido as suas facilidades para iniciar o investimento, sua isenção de tributos e, principalmente, porque é considerado um investimento praticamente sem risco.

Por causa de todas essas facilidades e simplicidade, a poupança apresenta uma rentabilidade muito pequena em comparação às outras aplicações. Sendo que atualmente a remuneração mensal da poupança é de 0,5% + TR (Taxa Referencial).

Vale lembrar que a remuneração é diferenciada para cada dia, de acordo com a quantidade de dias úteis no mês e a oscilação da Taxa Referencial.

Por tudo isso, o investimento em poupança é indicado para guardar dinheiro por um pequeno período de tempo, sem esperar um grande retorno financeiro da aplicação. Por exemplo, você usaria a poupança para poupar dinheiro mensalmente com o objetivo de comprar um móvel novo ou realizar uma viagem nas férias.

Outra função interessante da poupança está atrelada a educação financeira, que é muito utilizada por pais na educação dos seus filhos. Os pais podem utilizar a poupança como uma excelente ferramenta na criação do hábito de investir junto aos seus filhos. Por exemplo, incentivar seus filhos à pouparem uma parte da mesada, aplicando na poupança, para depois realizarem a compra de um brinquedo ou terem reservas para um intercâmbio.

Em linhas gerias, a poupança é indicada para pessoas que querem manter o dinheiro reservado e investido por pouco tempo, pois sabem que utilizarão esses recursos brevemente, ou para pessoas que estão iniciando o hábito de investimento.

Iniciando seus investimentos

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Agora que você já consegue cuidar das suas contas, agora você pode estar se perguntando: O que vou fazer com o dinheiro que sobra todo mês? Bom, esse dinheiro que sobra pode ser uma boa oportunidade para você pagar contas pendentes, fazer novas aquisições, investimentos pessoais e até ser uma renda extra na sua aposentadoria.

Primeira coisa que você deve ter em mente é o objetivo para este dinheiro que sobra do orçamento, por exemplo: comprar uma moto, uma casa, fazer uma viagem ou qualquer outra necessidade.

Definido o objetivo, defina o tempo que você espera realizar esse objetivo, por exemplo fazer uma viagem no fim do ano, comprar uma casa em cinco anos, trocar a televisão em três meses ou pagar a dívida do cartão daqui seis meses.

A terceira parte para se investir é se preocupar com o valor a ser poupado, ou seja o dinheiro que sobra de seu orçamento. Você precisa estar ciente que destinará uma parte ou total das sobras do orçamento para os investimentos e ficará com poucos recursos extra para arcar qualquer eventualidade. Por isso tome um certo cuidado ao definir o valor a ser aplicado para que isso não gere outro problema.

A última parte está associada a disciplina de fazer o aporte para realizar seu investimento. Junto com a habilidade de organizar bem o planejamento, você consegue sempre colocar recursos todo mês para seus investimentos sem se preocupar demais com isso.

O que eu posso dizer sobre esses passos, mesmo que os valores investido todo mês sejam pequenos, é possível construir um bom patrimônio para realizar seus objetivos com muita tranquilidade.

Em breve escreverei sobre os diferentes tipos de investimento que alguém pode realizar… Aguarde!

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